Foto: Vitor Melo/NIFC

No estádio Jânio Moraes, em Nova Iguaçu, jogaram Nova Iguaçu e Gonçalense. De um lado, a defesa menos vazada da Série B1, com apenas dois gols sofridos. Do outro, o Tricolor Metropolitano, embalado pela histórica classificação. O que se viu foi um jogo bem pegado e muito equilibrado no primeiro tempo. Muitas chances de gol foram atrapalhadas, sobretudo por causa da ventania que fazia no Laranjão, mas também pela excelente defesa dos dois times. O Nova Iguaçu jogava com o regulamento debaixo do braço, só precisando de um empate e foi assim durante o intervalo.

Mas no segundo tempo, o técnico Hermes Júnior fez algumas alterações cruciais que mudaram o destino da partida. Aos 11 minutos, Luã Lúcio e Canela entraram e puseram um gás novo à Laranja da Baixada. Já aos 23, o divisor de águas da partida. Depois de uma confusão por causa de um pênalti não assinalado, Lucas Marreta, do Gonçalense, agrediu um jogador do Nova Iguaçu e foi expulso. Com vantagem de um homem a mais, Hermes ainda fez mais duas mexidas. Raphael Carioca e Marquinhos entraram e depois dos 30 minutos, a coisa melhorou pro lado iguaçuano. Aos 31, Raphael Carioca inaugurou o placar e a partir daí, o caminho pra final ficou muito mais facilitado. O Gonçalense precisava de dois gols. O Tricolor do Jardim Catarina começou a reclamar da arbitragem, tanto que Sabão, a maior estrela do time levou amarelo por reclamação. Aos 45 minutos, Luã Lúcio jogou a última pá de cal em qualquer pretensão do Gonçalense. 2 a 0. Festa da Laranja, mas muita reclamação do lado tricolor.

O Nova Iguaçu enfrentará o Sampaio Corrêa neste sábado, às 15h, no Jânio Moraes. Não há vantagem e se houver empate, vamos à disputa de pênaltis. Já o Gonçalense volta à campo semana que vem, às 10h, contra o próprio Sampaio Corrêa, em Itaboraí.


Texto de Luiz Nascimento

Matéria publicada em 22 de Outubro de 2020, ás 11:04.

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